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São Paulo
🏢 Edifício Copan
Um dos primeiros edifícios a ser completamente tomado, o Copan ruiu internamente antes mesmo da cidade perceber o que estava por vir. A superlotação acelerou os saques e, com eles, a disseminação do vírus. transformando o prédio em um túmulo vertical.
⛪ Praça da Sé
Devastada e infestada por zumbis, a Sé virou um relicário de ruínas. Igrejas e prédios históricos foram ocupados como refúgios improvisados, mas as ameaças constantes transformaram o coração da cidade em um território morto e implacável.
🚉 Estação da Luz
A Estação da Luz se tornou palco de confrontos entre PMs e civis em pânico. Os trilhos, antes símbolo de mobilidade, agora são rotas de fuga arriscadas, onde os poucos trens que passam carregam medo, superlotação e esperança frágil.
🎎 Liberdade
O bairro turístico foi saqueado nas primeiras horas do colapso e agora parece congelado no tempo. Silenciosa, vazia, a Liberdade guarda apenas ecos de vozes e transmissões rarefeitas de rádio.
🛍️ Brás
As lojas que antes fervilhavam com multidões agora estão em ruínas, saqueadas e desertas como no final de um expediente. A presença dos mortos é constante, rastro de pânico e mercadorias espalhadas no chão.
🏙️ Avenida Paulista
As vitrines estão destruídas e os zumbis circulam como sombras entre os prédios. A Paulista virou território disputado por sobreviventes famintos, onde cada esquina pode esconder um inimigo .
🛣️ Avenida 23 de Maio
A 23 de Maio está tomada por carros abandonados, restos de colisões e infectados vagando lentamente pelo asfalto rachado. Ainda é possível atravessá-la, mas exige cautela extrema: o caminho está longe de ser o ideal.
🛒 Shopping Center Norte
O shopping está oficialmente fechado, mas tornou-se abrigo para dezenas de sobreviventes e alvo constante de saques. Entre corredores escuros e vitrines destruídas, disputam-se alimentos, espaço e tempo.
🏘️ Santana e Tucuruvi
Os bairros residenciais se fecharam em si mesmos, tentando sobreviver ao colapso social e à escassez de suprimentos. Mas a tensão interna cresce, e os maiores inimigos talvez já não sejam os infectados.
✈️ Campo de Marte
O aeroporto foi interditado às pressas após múltiplos acidentes durante as tentativas caóticas de fuga. Restam carcaças de aeronaves, malas espalhadas e um silêncio que pesa mais que os motores calados.
🧪 Instituto Butantã e USP
Totalmente evacuados, os laboratórios da USP e do Butantã são apontados como a origem do surto, onde pesquisas ilegais sobre o vírus teriam saído de controle. O silêncio que domina os corredores esconde mais do que abandono: grupos de cientistas sobreviventes tentam retornar para resgatar dados cruciais.
📡 Morumbi (Estação de Rádio/TV)
Os antigos estúdios de rádio e TV estão em disputa entre grupos armados que tentam retomar as transmissões. As antenas se tornaram o último elo de comunicação entre cidades, mas a região está sitiada, e cada tentativa de contato vem com o risco de ser interceptado.
🧱 Viaduto Aricanduva
As pontes do Viaduto Aricanduva foram tomadas por barricadas erguidas às pressas, onde traficantes armados assumiram o papel de força de segurança local. No topo, uma comunidade de sobreviventes tenta manter a ordem e preservar a vida, enquanto centenas de zumbis se aglomeram na base, como uma muralha de mortos.
🛣️ Radial Leste
Com o colapso do transporte público, a Radial Leste se tornou uma rota de fuga desesperada — hoje, um cemitério de carros e esperanças. Os engarrafamentos congelados revelam o rastro da tragédia: famílias presas, portas abertas, corpos no banco de trás.
⛪ Basílica Nossa Senhora da Penha
Transformada em santuário, a Basílica acolhe idosos e fiéis guiados mais pela fé do que pela razão. Lá dentro, velas acesas, cantos abafados e um silêncio reverente disputam espaço com o medo de que o mal atravesse as portas sagradas.
🌉 Ponte Estaiada
Bloqueada por barricadas improvisadas, a Ponte Estaiada virou um dos pontos mais estratégicos e tensos da cidade. Símbolo da resistência, é controlada por grupos armados de sobreviventes que decidem quem pode ou não atravessar.
🛣️ Marginal Pinheiros
A Marginal Pinheiros virou um corredor de morte, com centenas de zumbis vagando entre os carros abandonados. Alguns sobreviventes tentam se isolar nas margens do rio, mas o isolamento traz novos perigos.
🦍 Zoológico de São Paulo
Totalmente abandonado, o zoológico se tornou um dos locais mais sinistros da Zona Sul. Relatos indicam animais infectados vagando entre as jaulas quebradas, um ecossistema colapsado, onde o instinto natural virou uma ameaça mutante.
🌊 Represa de Guarapiranga
A represa virou refúgio sobre balsas e estruturas flutuantes, improvisadas por quem buscava isolamento. Mas alguns corpos contaminados boiam nas águas.
🌳 Parelheiros e Marsilac
Nos limites da cidade, muita gente acredita que ainda é possível se proteger. Mas o contágio é persistente, e a distância, cada vez menor.

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